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Postado Por : Vida de mulheres sexta-feira, 16 de agosto de 2013



Michael Jackson branco por causa do flash?

Ta rolando no Facebook essa imagem sobre o Michael Jackson:

Mas uma pessoa que era como na foto abaixo, não é o flash que torna motivo de polêmica. Branco por branco, nas duas fotos ele ta branco, com flash ou sem flash, com vitiligo ou sem vitiligo.

Se a história fosse como a imagem abaixo, eu até daria razão:
Mas-não-é.
Fãs de MJ: Idolo, rei, o cara mais foda do pop, não importa. Ele foi um astro, não tem como negar. Mas o post é sobre outra coisa ok?

As incontáveis plásticas de Michael Jackson

Esse é um capítulo da Biografia de Michael Jackson – A Magia e a Loucura (escrito por J. Randy Taraborrelli), sobre as plásticas de MJ.

Sempre houve muita especulação sobre o nariz de Michel; ele é o primeiro traço que aparece, sempre que se discute a dimensão das cirurgias plásticas a que ele se submeteu – ou até quando as pessoas brincam sobre o assunto. No fim de 1990, a maioria das pessoas já tinha perdido a conta de quantas plásticas ele havia feito no nariz, mais alguns membros de sua equipe avaliavam que tinham sido pelo menos dez. Por anos e anos, cirurgiões plásticos não ligados ao caso especulavam se seu nariz é feito de cartilagem, osso ou látex. Já faz parte de qualquer bate-papo quando se fala de Michael: qual a verdade sobre seu nariz?
 A verdade é que a estrutura do nariz de Michael se perdeu há vários anos, em conseqüência dos extensos traumas de cirurgias anteriores. Houve uma operação subseqüente para lhe acrescentar cartilagem à extremidade, para lhe dar sustentação e remodela-lo. Mas, como esse procedimento não foi totalmente bem-sucedido, quando aparece em público, e em muitas vezes na esfera privada, Michael usa um aplique de látex, uma prótese para a ponta do nariz, cujo encaixe é disfarçado com maquiagem cenográfica.
 Curiosamente, quando Michael é visto com a máscara cirúrgica que se tornou uma parte integrante de sua imagem, nem sempre é porque está tentando esconder sua identidade ou evitar micróbios. Às vezes, é simplesmente porque não estava com vontade de usar a prótese. A colocação do aplique é um processo desagradável e frustrante. É uma cruz que ele tem de carregar todos os dias, e há dias em que ele simplesmente não consegue carrega-la… daí a máscara.
 Em março de 2003, a Vanity Fair publicou que, sem a prótese, Michal “parece uma múmia com dois buracos como narinas”. Não é verdade. Sem o dispositivo, seu nariz fica mais achatado, mais disforme – não arrebitado – e ele não se parece muito com… Michael Jackson. Consciente da aparência de seu rosto, ele se recusa a ser visto sem ele. No mínimo, a prótese é um lembrete diário e doloroso para Michael das decisões que ele tomou no passado a respeito das plásticas, e do impacto delas sobre sua vida.
 Já se sugeriu que Michael Jackson é como que viciado em cirurgias plásticas. “As pessoas podem facilmente ficar viciadas em cirurgia plástica, assim como em álcool, drogas ou comida”, de acordo com Dr. Alfred Coodley, professor adjunto de psiquiatria clínica da UCLA.
 “Na verdade, é mais uma obsessão que um vício”, observou o Dr. Robert Kotler, um cirurgião plástico de Beverly Hills que não cuidou de Michael. “Acho que é preciso saber quando parar. Essa é a maior mensagem que um cirurgião da área pode dar a seu paciente. Um cirurgião consciente dir[a ao paciente ‘Já chega’.”
 Há vários motivos para a extrema palidez da pele de Michael, principalmente no rosto. Em primeiro lugar, ele costumava clarear a pele com produtos químicos diferentes. É possível para uma pessoa negra clarear a pele? “Sim”, disse Robert Kotler. “Não dá para deixa-la branca, mas dá para deixa-la mais clara. Há compostos branqueadores clássicos, que são comumente encontrados em cremes vendidos sem prescrição médica, como o ‘Porcelana’. Também há agentes clareadores conhecidos, uma classe de compostos chamada hidroquinonas, que deixam a pele de uma pessoa mais negra mais clara.”
 Alguns notaram que as unhas das mãos de Michael pareciam marrons e descoloridas. Uma razão possível para isso é que a hidroquinona estimula as células produtoras de pigmento na superfície da unha, tornando-as mais escuras, em vez de mais claras.

 Na década de 1980, ele foi diagnosticado com vitiligo, uma doença de pele. Alguns médicos especularam que o vitiligo pode ser tanto hereditário quando decorrer de danos causados por substâncias químicas branqueadoras ao longo dos anos. O vitiligo deixa a vítima sensível ao sol.
 No fim dos anos 80, o dermatologista de Michael, Dr. Arnold Kleinm, o diagnosticou com lúpus discóide – uma doença auto-imune que provoca o escurecimento ou o clareamento da pele – no couro cabeludo.
 Michael também usa muita maquiagem e base pastosa para uniformizar a pele, o que a faz parecer ainda mais clara.
 Em termos de cirurgias plásticas específicas, ele admite apenas duas no nariz e a covinha no queixo, mas não é necessário ser especialista em cirurgias plásticas para ver que implantes as bochechas e no queixo, e todo tipo de outros artifícios, incluindo olhos e lábios, não são coisas impossíveis ali. Tentar detalhar as plásticas que Michael fez é simplesmente impossível; só ele e seus cirurgiões são capazes de documentar plenamente sua variedade – e também parece, pelo menos para quem o conhece bem, que ele realmente não se lembra de todas elas.
 Alguns profissionais vieram a público para dizer que acreditam que Michael sofra do chamado transtorno dismórfico corporal, um problema psicológico no qual as pessoas ficam tão obcecadas com sua aparência que a modificam constantemente e não tem um conceito formado de como são percebidas pelos outros.
Observando atentamente tudo o que ele já enfrentou por causa de sua aparência, só o fato de Michael ser capaz de reunir autoconfiança suficiente para fazer aparições tão visadas em público parece quase um milagre.

A Magia e a Loucura – Michael Jackson

Não sou fã de Michael Jackson, mas por causa da sua dismorfia comprei a biografia dele. As partes interessantes vou colocando aqui. E de fato, ele teve uma infância difícil, somente voltada para a carreira e o pai dele não vale o que come. Enfim, segue uma parte do livro:

Pag 19
E se você tivesse também uma quantidade absurda de dinheiro, que lhe permitisse remediar suas mais profundas inseguranças, sem se importar com quanto fossem radicais, e sem ninguém por perto que ousasse questionar suas atitudes? Não está gostando da cor da sua pele? Que fique mais clara. Nunca teve uma infância de verdade? Crie uma Neverland. Quer repartir a cama com meninos? Tudo bem. Não gosta da sua aparência? Mude o rosto. Continua não gostando? Mude de novo, e mais quantas vezes quiser.
“Por que ele não consegue enxergar o que está acontecendo consigo mesmo?” É o que perguntamos sobre Michael. Por que ele não entende? Afinal, como é que ele se vê? Como o Rei do Pop, um gênio musical pioneiro e mal-compreendido, cuja carreira atravessa uma vida inteira? Ou como um adulto inseguro e essencialmente infeliz, com dinheiro e poder suficientes para fazer o que quiser e sair impune? Talvez apenas uma coisa seja certa: se você fosse uma livre combinação de ambos, seria bem grande sua chance de ser como…. Michael Jackson.



“Tive alucinações aos 15 anos com minha imagem no espelho”

01/03 – 00:03 – Agência Estado
“Tive alucinações aos 15 anos com minha imagem no espelho” Por Giuliana Reginatto São Paulo, 25 (AE) – A seguir, o relato da professora Mônica Xavier, 28 anos, que trata o transtorno dismórfico corporal (TDC) há 13 anos. Assim como ela, a maioria dos pacientes espera em média dez anos entre o início da doença e um diagnóstico correto.
- O que incomoda você?
MÔNICA XAVIER – Não gosto do nariz. Tive alucinações a partir dos 15 anos com minha imagem no espelho. Eu me lembro de pegar um espelho menor e ir para a frente de um espelho grande. Ficava me observando de todos os ângulos, durante horas, perdi muitos dias assim, prestando atenção nos defeitos. Acabei me enxergando várias vezes como uma pessoa monstruosa, com um nariz gigantesco, de mãos e pés estranhos.
- As pessoas também acham que você tem todos esses defeitos?
MÔNICA XAVIER – Eu sei que é uma coisa minha. Meu namorado, no começo, achava que eu estava brincando quando dizia que me sentia feia. Às vezes, ele reclama quando fico perguntando coisas do tipo: ‘o que está olhando?’ou ‘tem alguma coisa errada?’ Demorou para eu ver que alguém poderia gostar de mim. Sempre me senti muito pouco para as pessoas. Quando os meninos me chamavam para namorar, eu sempre fugia.
- Você acha que as pessoas compreendem o TDC como doença ou confundem com vaidade?
MÔNICA XAVIER – A maioria não entende, acha que é frescura, que reclamo à toa. Uma vez uma colega de escola me chamou de narcisista e egocêntrica, por achar que todos estavam sempre olhando para mim. Na faculdade, eu deixava de ir ao banheiro fazer xixi porque tinha vergonha de levantar e de que ficassem olhando muito para mim. Até hoje, eu odeio que fiquem me olhando muito.
- Isso prejudicou a vida social?
MÔNICA XAVIER – Deixei de ir a milhões de festas de família e escola porque achava que iriam reparar nos meus defeitos e me criticar. Percebi que era um problema porque falavam que eu estava ficando paranoica. Meus pais me viam chorando por me sentir inferior a todos, então fui buscar ajuda.
- Você está em tratamento?
MÔNICA XAVIER – Tratei de depressão, primeiro aos 15 anos, mas não era o tratamento correto. Fiz terapia por anos e, aos 18, comecei um tratamento de verdade, que ajudou muito. Passei por vários médicos, agora estou com o mesmo há três anos, que acertou o meu remédio e que também trata o transtorno bipolar do meu pai há mais de 30 anos.
- E agora, a sua relação com o espelho melhorou?
MÔNICA XAVIER – Olha, meu nariz, dependendo do ângulo, me incomoda muito. Ele é grande, torto. É que não dá para ver nas fotos … Eu sempre tiro as fotos do mesmo jeito, porque tem um ângulo em que o nariz fica normal, mas é um truque. Já fiz três bioplastias no nariz, mas o resultado vai saindo. Estou tentando que meu pai me ajude a pagar a plástica.
- Você sabia que o TDC pode levar o paciente a perder a identidade ao se submeter a muitos procedimentos estéticos?
MÔNICA XAVIER – Eu sei. Foi assim com o Michael Jackson, por exemplo. É por isso que me identifico tanto com ele. Foi o maior exemplo de TDC e as pessoas não o entendiam. Eu entendo isso, porque sofro da mesma forma. Mas não é só a questão do nariz. Eu também me acho muito magra, me sinto inferior por causa disso. Acho que isso tudo aconteceu porque na adolescência as pessoas faziam piadas da minha aparência. Até hoje, se fazem comentários, vou para o fundo do poço. Quando era mais nova tomei de tudo para engordar. Uma vez, foi um remédio sem receita que me deu um problema para a vida toda. Tive hiperprolactinemia (excesso de prolactina, hormônio que estimula a produção de leite na gravidez). Começou a sair leito dos meus seios, tive dor de cabeça, atrapalhou a menstruação. Até hoje esses hormônios estão desregulados.
- Você acha que a época de carnaval estimula a insatisfação das pessoas com a aparência?
MÔNICA XAVIER – Com certeza. É cruel o que a mídia faz com as mulheres. A maioria delas tem silicone, cirurgias no rosto, lipoaspirações, inúmeros tratamentos estéticos. Essas mulheres ficam quase perfeitas e isso mina a autoestima das mulheres comuns. O Brasil cobra muito de suas mulheres. E eu me sinto inferiorizada.

Famosos e anônimos operam nariz em busca da perfeição

Um mês antes da morte do Michael Jackson eu tinha mandado um email para o Fantástico, falando sobre a Dismorfia Corporal e a importância de uma matéria sobre esse assunto, pois muitas pessoas não sabem que é uma doença e podem estar sofrendo com isso.
Citei o caso do Michael Jackson, Jocelyn Wildenstein, Cher e da coreana que injetava óleo. Eles responderam com um email padrão que o assunto ia ser levado para a discussão de pauta.
Depois de um mês veio a morte do Michael Jackson. Aproveitei o gancho, já que era o assunto do momento, e mandei outro email falando a mesma coisa. Mas enfatizando que o assunto era propício para o momento, já que todos queriam saber sobre Michael Jackson.
Não sei se foi coincidência ou se foi pelo meu email, mas eles fizeram uma matéria. Não saiu na TV, mas saiu na revista eletrônica do Fantástico, Canal F. Eles falam da busca da perfeição e cirurgias no nariz e mais no final falam sobre a Dismorfia.
Muitas são celebridades que costumam frequentar a mesa de cirurgia, como a atriz e cantora Negra Li. Mas, para Michael Jackson, a busca pelo nariz perfeito era uma obsessão.

Michael Jackson

Michael Jackson. Um grande cantor, o Rei do Pop, mas também o Rei da Dismorfia. Não há exemplo ‘melhor’ que Michael Jackson para representar a Dismorfia Corporal. Claro que temos outros nomes como a Sul-Coreana Hang Mioku e Jocelyn Wildenstein. Mas Michael Jackson fez muitas plásticas e transformações estéticas ao longo de sua vida. Além de serem várias, foram bem extremas.

Na Revista Veja de 1º de Julho de 2009, saiu uma reportagem grande sobre Michael Jackson, e sobre as transformações dele. Vou reproduzir aqui um trecho:
Michael Jackson tinha 25 anos, ainda morava com os pais. Já se vislumbravam ali os esboços da esquisitíssima, ambígua e desiquilibrada figura que ele viria a ser pelo resto da vida: nem preto, nem branco, nem homem, nem mulher, nem adulto, nem criança – ou, colocado de outra forma, preto, branco, homem, mulher, adulto e criança.
Jackson pai dizia que o filho-prodígio era feio, critivaca o rosto com espinhas e ria de seu nariz “enorme”. Nos “muito tristes” anos da puberdade, ele “chorava todos os dias”.
Jackson foi negro até estourar com Thriller, em 1983. A partir daí, dedicou-se ao projeto de ter o rosto ideal – o que, para ele, significava ter a pele clara, olhos amendoados, nariz afilado, fenda no queixo, sobrancelhas arqueadas e cabelo liso.
Apesar de todas as evidências, nas poucas vezes em que tocou no assunto admitiu ter se submetido a rinoplastias. Foram muitas, a ponto de a estrutura cartilagionsa do nariz ter dado lugar a uma prótese, que atrapalhava a respiração e ele tirava para dormir.
Eu estou lendo Michael Jackson – A Magia e a Loucura de J. Randy Taraborelli de quase 700 páginas. Não me interessa muito como foi a carreira de Michael Jackson desde sua infância, mas dessa forma tento entender um pouco como era a dismorfia corporal dele, como surgiu e como ele se sentia. Tento tirar alguma coisa boa pra mim com isso. Ainda estou na página 338 mas quando eu terminar pretendo comentar aqui no blog as partes que achei interessante.

Atualização sobre mim

Sei que o blog não anda sendo atualizado como eu gostaria. Eu ando com os dias bem corridos mas sempre que dá tento postar aqui.
Cabelo: Semana passada eu arrumei meu cabelo. Faço luzes, mas há mais de um ano não conseguia acertar uma cor nele. Da metade pra baixo acabava ficando amarelado do sol e não tinha creme que resolvesse. A solução sempre era luzes inversa ou puxar o loiro da raiz pra ponta pra quebrar a cor. Mas mesmo assim passava uns meses ele tava igual de novo. Troquei de salão pra uma cabelereira que eu já conhecia e pelo visto deu certo. Agora ta na cor que eu queria e acho que não vai ficar dourado tão rápido. Estou me sentindo melhor com esse cabelo ‘novo’.
Pomada Vitacid Plus: Parei de usar essa pomada no rosto. Na real, desisti. Ele descasca a pele mas as manchas não saem. Provavelmente daqui a pouco devo ficar agoniada e vou procurar outro jeito de tirar minhas ‘manchas imaginárias’.
Sol: Eu não queria pegar mais sol pq não quero aumentar as sardas que tenho nas costas, braços e colo. Mas como usar só autobronzeador fica muito falso, vou casar os dois. Vou pegar sol aos poucos e usar o autobronzeador pra complementar.
Até sexta-feira sem falta vou fazer um post sobre o Michael Jackson.
bjoooooooo (:

Dismorfia, um assunto ainda pouco conhecido

Se fosse feito uma pesquisa com a pergunta “Qual o nome que se dá a uma pessoa que está com 40kg e ainda se acha gorda?”. Facilmente a resposta seria “Anorexia”. Isso já está bem esclarecido para a maioria. E se a pergunta fosse “Qual o nome que se dá para uma pessoa que já passou por 10 cirurgias plásticas e ainda se acha feia?”. Bom, a resposta talvez seria “uma pessoa vazia que só pensa na aparência” ou talvez “Deus castiga, mas o que Ele fez com ela deve ter sido muita sacanagem”.
Ainda há uma grande dificuldade de conseguir entender o que acontece com uma pessoa com dismorfia corporal. Vivemos em um mundo onde a beleza é imposta pela mídia e isso atinge todas as pessoas. Em pessoas que não tem dismorfia, a mídia apenas influencia mas não chega a perturbar o estilo de vida dela. Já em uma pessoa dismórfica, a imagem que ela tem de si é independente de a mídia estabelecer ou não um padrão de beleza.
Você deve achar ruim trabalhar em um ambiente com alguém que você não se dá. Ou em casa ter que se relacionar com um irmão ou um marido que você já não tem mais empatia. Agora me diga, como você se sentiria vivendo em um corpo que você não aceita? Não há alternativa. Não se trata de apenas um regime. Não aceitar um corpo vai muito além de apenas uns quilinhos a mais.  Você pode trocar de emprego se não gosta de alguém de lá, você pode trocar de casa se não goste de alguém que more contigo. E mudar de corpo, como fica?
Se não há solução para trocar de corpo, há a solução de tentar mudá-lo. É aí que entram as cirurgias plásticas e os tratamentos estéticos para mudar tudo o que for possível. Pele, boca, olhos… E na tentativa de tentar consertar (talvez algo que não precisasse de conserto) é que se acaba estragando.
Exemplo? O rei do pop mas também o rei das transformações: Michael Jackson. E também a milionária suíça Jocelyn Wildenstein que já gastou mais de US$ 4 milhões em cirurgias plásticas (tratarei de cada caso separadamente em outro post).
Realmente algo difícil de se compreender. Até mesmo para quem vive isso na pele. Talvez aqui as pessoas possam entender melhor sobre isso e agregar novas opiniões sobre o assunto.

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